Oh! Brasil!
Terra natal do meu coração,
amigo que me aquece a alma,
chão celestial da minha vida!
Oh! Brasil!
És minha vida!
Teu levantar impávido
abriu o caminho glorioso
do Kossen-rufu mundial!
Viva, Brasil!
Meu amado Brasil!
Sublime nação do ser humano!
Ainda se aconchega em
meu peito
a doce luz do verão de 1993
que banhava Itapevi,
cidade vizinha de São Paulo.
Ali por fim conheci
o castelo do tesouro,
o Centro Cultural Campestre
com seu exuberante jardim.
A filosofia e a amizade,
ali, são flores banhadas pelo
orvalho da sinceridade.
O fulgor dourado das acácias,
quaresmeiras roxas e rosadas,
vitórias-régias em flor,
brancos lótus tropicais,
mais de cem mil cosmos,
hibiscos, begônias, girassóis...
Todos plantados com dedicação
nos bosques e nas colinas,
florescem radiantes com
todo o esplendor do verde louro.
Ainda me recordo quando sugeri
aos jovens a quem confiei o futuro:
— Vamos dar nome a estas colinas
e àquelas montanhas.
Eles responderam com sabedoria:
— Montanha Mestre e Discípulo!
— Colina Pôr-do-Sol!
Foi um momento de
perfeita harmonia.
Com a beleza de uma obra de arte,
a Colina Pôr-do-Sol se acendeu
escarlate naquela tarde.
Puro esplendor era o poente,
enquanto a Montanha Mestre e
Discípulo mostrava orgulhosa
seu aspecto majestoso.
Foi quando escrevi:
“Sol e bosque são radiantes
na Montanha Mestre e Discípulo
que observa nossa felicidade!”
“Vejo na Montanha Soka
o permanente alicerce
do futuro que nunca se acaba.”
Nada mais belo
do que o reino luminoso
da confiança entre os homens.
Nada mais respeitável
do que o juramento eterno
entre mestre e discípulo.
Disse-me Athayde,
o defensor dos direitos humanos:
— Tanto no Ocidente
como no Oriente,
a mais preciosa virtude
é a confiança no ser humano
cultivada a cada instante
pela crença na relação
entre mestre e discípulo.
A verdadeira crença
eleva e une os homens,
abre e une os corações.
Mestre e discípulo
— a solidariedade verdadeira
entre os seres humanos.
Eis por que a relação
entre mestre e discípulo
é espírito de procura,
desenvolvimento constante
e uma relação eterna.
Kossen-rufu é batalha de mestre e
discípulo.
Buda é quem vence, infalível, e
Brasil é esperança absoluta.
Oh! Brasil!
De tua filha, a índia Iracema,
e do português Martim
nasceu o valente Moacir.
Diz a lenda que desse casal
descende multidão de brasileiros.
Comunhão de raças,
convivência humana,
sonho da democracia racial —
são ideais que fincaram
raízes no Brasil.
Quanto mais te conheço,
quanto mais te visito,
mais palpitante fica meu coração
perante teu poderoso encanto.
O samba, a alma de teu povo.
O carnaval, a energia de tua gente.
Todas as raças cantam e
dançam juntas na maior festa
popular do mundo.
Por que no Brasil
surgiu uma cultura popular
tão autêntica e cheia de paixão?
Ela é a flor e o fruto
de sua turbulenta história
de quinhentos anos.
O anti-humanismo,
o terror da opressão,
a fibra de seu povo soube vencer.
Essa é sua origem.
Nasceu do sofrimento
e da perseverança que venceu
a cobiça secular em busca do ouro.
Por isso proclama orgulhoso:
— Sou teu povo heróico e imbatível!
Por maior que seja o poder,
por mais forte que seja a violência,
nada poderá dominar
a alma altiva do homem.
Um povo autêntico
pode até ser humilhado,
mas nunca destruído.
Quanto mais escarnecido,
mais forte se levanta.
A história da humanidade
aguarda perseverante,
como aurora que se ergue,
a vitória de um povo
sobre seus opressores.
Sua gente heróica move a história
e é a força que abrirá o futuro.
Jorge Amado,
o mestre da literatura brasileira,
enaltece a convivência
harmoniosa das raças
como a dádiva mais
rica dos brasileiros
para a causa do humanismo.
Qual o bem fundamental
que pode o homem deixar
para o futuro da humanidade?
Tão simplesmente o rumo,
o claro e seguro rumo,
para a conquista mais digna
da condição humana:
a convivência solidária das raças.
Oh! Brasil!
Amigos que tanto amo!
A jornada que escolhemos
não é de sossego nem de mágoas.
É o caminhar seguro e valente
desfraldando a
bandeira da esperança,
do otimismo e da convicção!
Não faz mal que seja pouco,
o que importa é que o avanço de hoje
seja maior que o de ontem.
Que nossos passos de amanhã
sejam mais largos que os de hoje.
Que sejam humanistas de
braços fortes
em luta solidária
com as pessoas deserdadas.
Atuem agora e vivam o presente
com a certeza de que neste
exato instante está se
erguendo o futuro.
Deixem seus méritos
gravados na história de suas
contínuas vitórias!
A dificuldade no momento presente
será a glória em seu futuro!
O desbravar do caminho do
novo século será proporcional a
sua caminhada!
Jamais esquecerei
o amigo que luta pela paz, a
amiga que incentiva os
companheiros e o
nobre labor compenetrado
no palco sem desejo de
palmas e ovações.
Oh! filhos do leão!
Os que no Brasil jamais se abalaram
ante a covardia e a ingratidão
de animais disfarçados em mantos clericais, larápios que
usurparam a nobreza do Budismo.
Bonzos decadentes lá em cima
e, embaixo, os membros fiéis
que caminham na retidão:
— Heresia que profana
o sonho brasileiro
da igualdade entre os homens.
Oh! Brasil!
Em ti floresceu a justiça
da Lei Suprema, porque
aprendeste o ensino sagrado:
“Quando bonzos hereges incitam
milhares de seres a banir o sábio,
aquele que mantém em seu coração
o espírito do rei leão
certamente se tornará um buda.”
Oh! Brasil!
Venceste!
Venceste em tudo!
Impávido triunfo conquistaste!
Em Curitiba,
a primeira Praça Makiguti do mundo!
No Estado de São Paulo, a
primeira Rua Toda do mundo!
Em Londrina,
o honroso Parque Ecológico Ikeda!
Do Rio de Janeiro,
a homenagem em louvor à Soka
Tomando a vanguarda do mundo.
E na poética terra do Amazonas
se expande a profunda
amizade e confiança.
Em todo o mundo se distingue
o Brasil com mais de
cem homenagens.
Aqui e ali, em todos os recantos,
desponta o esplendor de
mestre e discípulo Soka exaltando o alto valor de Makiguti e Toda.
Uma pessoa disse admirada:
— No mundo inteiro,
o Brasil é o maior Castelo dos
Três Mestres!
Eis a prova inabalável
que espelha orgulho:
a dedicação de meus companheiros,
cidadãos de bem,
estreitando os laços da
convivência confiante.
Não tenho sombra de dúvida
que a boa sorte desse labor
se estenderá por todas as existências
de geração a geração.
Quem decidiu a vitória colossal
do Kossen-rufu mundial no século XX
foram meus companheiros do Brasil.
E o descortinar do triunfo no século XXI foi abrilhantado
também com galhardia
por meus gloriosos companheiros
do Brasil.
O sábio Darcy Ribeiro
conclui em seu O Povo Brasileiro:
“Estamos nos construindo na luta
para florescer amanhã
como uma nova civilização,
mestiça e tropical,
orgulhosa de si mesma.
Mais alegre porque mais sofrida.
Melhor porque incorpora em si
mais humanidades.
Mais generosa porque
aberta à convivência com
todas as raças e todas as culturas,
e porque assentada na mais bela e
luminosa província da Terra.”
Meus amigos!
No futuro do Brasil não cabe
nem pessimismo nem desilusão.
No horizonte de sua jornada
fulgura sem fim
o azul do céu profundo
de glórias e esperanças.
“A voz executa o trabalho do Buda.”
Eis nossa poderosa arma —
o diálogo sincero,
o rugido corajoso do leão.
A sagrada escritura exalta:
“A Lei não se propaga por si mesma.
Por ser propagada pelas pessoas,
tanto a Lei como as pessoas
tornam-se dignas de respeito.”
Oh! meus amigos!
Por mais distantes que estejamos
nunca estamos separados,
mais próximo está nosso coração.
Percorramos juntos eternamente,
sublimes companheiros do
Kossen-rufu,
pela grande estrada dourada
de paz e felicidade.
“À minha existência, viva!
Sou eu de vitórias mil!”
Levantemos este brado retumbante
pela glória do trabalho triunfante.
Avancemos juntos
na marcha alegre e vitoriosa
ao compasso de união incomparável rumo ao ano 2010 —
Cinquentenário do
Kossen-rufu do Brasil!
Que haja saúde em ti,
vanguardista do novo milênio!
Que haja vitória em ti,
Monarca do Kossen-rufu mundial!
Que haja perene prosperidade
na terra natal de meu coração,
Brasil que se ergue soberbo!
Em 22 de julho de 2001.
Na data da honrosa outorga
do título de Cidadão Honorário
da Cidade de Itapevi, Estado de
São Paulo, no Memorial
Makiguti de Tóquio.
Oro do fundo de meu coração
pela felicidade, saúde e longevidade
cada vez mais abundantes
de todos os companheiros do Brasil,
meus tão preciosos amigos.
Ofereço também minhas profundas orações a todos os
respeitáveis beneméritos
que faleceram durante a jornada
do Kossen-rufu do Brasil.
Espelhando minha maior alegria
e a mais intensa esperança
na expectativa de novamente
visitar a amada terra do Brasil,
junto as mãos em oração.
Terra natal do meu coração,
amigo que me aquece a alma,
chão celestial da minha vida!
Oh! Brasil!
És minha vida!
Teu levantar impávido
abriu o caminho glorioso
do Kossen-rufu mundial!
Viva, Brasil!
Meu amado Brasil!
Sublime nação do ser humano!
Ainda se aconchega em
meu peito
a doce luz do verão de 1993
que banhava Itapevi,
cidade vizinha de São Paulo.
Ali por fim conheci
o castelo do tesouro,
o Centro Cultural Campestre
com seu exuberante jardim.
A filosofia e a amizade,
ali, são flores banhadas pelo
orvalho da sinceridade.
O fulgor dourado das acácias,
quaresmeiras roxas e rosadas,
vitórias-régias em flor,
brancos lótus tropicais,
mais de cem mil cosmos,
hibiscos, begônias, girassóis...
Todos plantados com dedicação
nos bosques e nas colinas,
florescem radiantes com
todo o esplendor do verde louro.
Ainda me recordo quando sugeri
aos jovens a quem confiei o futuro:
— Vamos dar nome a estas colinas
e àquelas montanhas.
Eles responderam com sabedoria:
— Montanha Mestre e Discípulo!
— Colina Pôr-do-Sol!
Foi um momento de
perfeita harmonia.
Com a beleza de uma obra de arte,
a Colina Pôr-do-Sol se acendeu
escarlate naquela tarde.
Puro esplendor era o poente,
enquanto a Montanha Mestre e
Discípulo mostrava orgulhosa
seu aspecto majestoso.
Foi quando escrevi:
“Sol e bosque são radiantes
na Montanha Mestre e Discípulo
que observa nossa felicidade!”
“Vejo na Montanha Soka
o permanente alicerce
do futuro que nunca se acaba.”
Nada mais belo
do que o reino luminoso
da confiança entre os homens.
Nada mais respeitável
do que o juramento eterno
entre mestre e discípulo.
Disse-me Athayde,
o defensor dos direitos humanos:
— Tanto no Ocidente
como no Oriente,
a mais preciosa virtude
é a confiança no ser humano
cultivada a cada instante
pela crença na relação
entre mestre e discípulo.
A verdadeira crença
eleva e une os homens,
abre e une os corações.
Mestre e discípulo
— a solidariedade verdadeira
entre os seres humanos.
Eis por que a relação
entre mestre e discípulo
é espírito de procura,
desenvolvimento constante
e uma relação eterna.
Kossen-rufu é batalha de mestre e
discípulo.
Buda é quem vence, infalível, e
Brasil é esperança absoluta.
Oh! Brasil!
De tua filha, a índia Iracema,
e do português Martim
nasceu o valente Moacir.
Diz a lenda que desse casal
descende multidão de brasileiros.
Comunhão de raças,
convivência humana,
sonho da democracia racial —
são ideais que fincaram
raízes no Brasil.
Quanto mais te conheço,
quanto mais te visito,
mais palpitante fica meu coração
perante teu poderoso encanto.
O samba, a alma de teu povo.
O carnaval, a energia de tua gente.
Todas as raças cantam e
dançam juntas na maior festa
popular do mundo.
Por que no Brasil
surgiu uma cultura popular
tão autêntica e cheia de paixão?
Ela é a flor e o fruto
de sua turbulenta história
de quinhentos anos.
O anti-humanismo,
o terror da opressão,
a fibra de seu povo soube vencer.
Essa é sua origem.
Nasceu do sofrimento
e da perseverança que venceu
a cobiça secular em busca do ouro.
Por isso proclama orgulhoso:
— Sou teu povo heróico e imbatível!
Por maior que seja o poder,
por mais forte que seja a violência,
nada poderá dominar
a alma altiva do homem.
Um povo autêntico
pode até ser humilhado,
mas nunca destruído.
Quanto mais escarnecido,
mais forte se levanta.
A história da humanidade
aguarda perseverante,
como aurora que se ergue,
a vitória de um povo
sobre seus opressores.
Sua gente heróica move a história
e é a força que abrirá o futuro.
Jorge Amado,
o mestre da literatura brasileira,
enaltece a convivência
harmoniosa das raças
como a dádiva mais
rica dos brasileiros
para a causa do humanismo.
Qual o bem fundamental
que pode o homem deixar
para o futuro da humanidade?
Tão simplesmente o rumo,
o claro e seguro rumo,
para a conquista mais digna
da condição humana:
a convivência solidária das raças.
Oh! Brasil!
Amigos que tanto amo!
A jornada que escolhemos
não é de sossego nem de mágoas.
É o caminhar seguro e valente
desfraldando a
bandeira da esperança,
do otimismo e da convicção!
Não faz mal que seja pouco,
o que importa é que o avanço de hoje
seja maior que o de ontem.
Que nossos passos de amanhã
sejam mais largos que os de hoje.
Que sejam humanistas de
braços fortes
em luta solidária
com as pessoas deserdadas.
Atuem agora e vivam o presente
com a certeza de que neste
exato instante está se
erguendo o futuro.
Deixem seus méritos
gravados na história de suas
contínuas vitórias!
A dificuldade no momento presente
será a glória em seu futuro!
O desbravar do caminho do
novo século será proporcional a
sua caminhada!
Jamais esquecerei
o amigo que luta pela paz, a
amiga que incentiva os
companheiros e o
nobre labor compenetrado
no palco sem desejo de
palmas e ovações.
Oh! filhos do leão!
Os que no Brasil jamais se abalaram
ante a covardia e a ingratidão
de animais disfarçados em mantos clericais, larápios que
usurparam a nobreza do Budismo.
Bonzos decadentes lá em cima
e, embaixo, os membros fiéis
que caminham na retidão:
— Heresia que profana
o sonho brasileiro
da igualdade entre os homens.
Oh! Brasil!
Em ti floresceu a justiça
da Lei Suprema, porque
aprendeste o ensino sagrado:
“Quando bonzos hereges incitam
milhares de seres a banir o sábio,
aquele que mantém em seu coração
o espírito do rei leão
certamente se tornará um buda.”
Oh! Brasil!
Venceste!
Venceste em tudo!
Impávido triunfo conquistaste!
Em Curitiba,
a primeira Praça Makiguti do mundo!
No Estado de São Paulo, a
primeira Rua Toda do mundo!
Em Londrina,
o honroso Parque Ecológico Ikeda!
Do Rio de Janeiro,
a homenagem em louvor à Soka
Tomando a vanguarda do mundo.
E na poética terra do Amazonas
se expande a profunda
amizade e confiança.
Em todo o mundo se distingue
o Brasil com mais de
cem homenagens.
Aqui e ali, em todos os recantos,
desponta o esplendor de
mestre e discípulo Soka exaltando o alto valor de Makiguti e Toda.
Uma pessoa disse admirada:
— No mundo inteiro,
o Brasil é o maior Castelo dos
Três Mestres!
Eis a prova inabalável
que espelha orgulho:
a dedicação de meus companheiros,
cidadãos de bem,
estreitando os laços da
convivência confiante.
Não tenho sombra de dúvida
que a boa sorte desse labor
se estenderá por todas as existências
de geração a geração.
Quem decidiu a vitória colossal
do Kossen-rufu mundial no século XX
foram meus companheiros do Brasil.
E o descortinar do triunfo no século XXI foi abrilhantado
também com galhardia
por meus gloriosos companheiros
do Brasil.
O sábio Darcy Ribeiro
conclui em seu O Povo Brasileiro:
“Estamos nos construindo na luta
para florescer amanhã
como uma nova civilização,
mestiça e tropical,
orgulhosa de si mesma.
Mais alegre porque mais sofrida.
Melhor porque incorpora em si
mais humanidades.
Mais generosa porque
aberta à convivência com
todas as raças e todas as culturas,
e porque assentada na mais bela e
luminosa província da Terra.”
Meus amigos!
No futuro do Brasil não cabe
nem pessimismo nem desilusão.
No horizonte de sua jornada
fulgura sem fim
o azul do céu profundo
de glórias e esperanças.
“A voz executa o trabalho do Buda.”
Eis nossa poderosa arma —
o diálogo sincero,
o rugido corajoso do leão.
A sagrada escritura exalta:
“A Lei não se propaga por si mesma.
Por ser propagada pelas pessoas,
tanto a Lei como as pessoas
tornam-se dignas de respeito.”
Oh! meus amigos!
Por mais distantes que estejamos
nunca estamos separados,
mais próximo está nosso coração.
Percorramos juntos eternamente,
sublimes companheiros do
Kossen-rufu,
pela grande estrada dourada
de paz e felicidade.
“À minha existência, viva!
Sou eu de vitórias mil!”
Levantemos este brado retumbante
pela glória do trabalho triunfante.
Avancemos juntos
na marcha alegre e vitoriosa
ao compasso de união incomparável rumo ao ano 2010 —
Cinquentenário do
Kossen-rufu do Brasil!
Que haja saúde em ti,
vanguardista do novo milênio!
Que haja vitória em ti,
Monarca do Kossen-rufu mundial!
Que haja perene prosperidade
na terra natal de meu coração,
Brasil que se ergue soberbo!
Em 22 de julho de 2001.
Na data da honrosa outorga
do título de Cidadão Honorário
da Cidade de Itapevi, Estado de
São Paulo, no Memorial
Makiguti de Tóquio.
Oro do fundo de meu coração
pela felicidade, saúde e longevidade
cada vez mais abundantes
de todos os companheiros do Brasil,
meus tão preciosos amigos.
Ofereço também minhas profundas orações a todos os
respeitáveis beneméritos
que faleceram durante a jornada
do Kossen-rufu do Brasil.
Espelhando minha maior alegria
e a mais intensa esperança
na expectativa de novamente
visitar a amada terra do Brasil,
junto as mãos em oração.
Do poeta laureado do mundo
Diria eu, quase um poema épico. ( rsrs) Muito bom, muito cerne.Gostei do blog.Sempre passo e leio.Mas vou aproveitar e lhe convidar a visitar o meu, para podermos seguirmos juntos pelos blogs, e lermos mais, interagirmos mais.
ResponderExcluirAbraços e seguimos por aqui
http://josemariacostaescreveu.blogspot.com