domingo, 26 de setembro de 2010

O Desafio da Avaliação na Aprendizagem




Palestra ministrada pelo professor Cipriano Luckesi, que é terapeuta e autor do livro Avaliação da Aprendizagem na Escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. 
Sua formação inclui bacharelado em teologia, licenciatura em filosofia, mestrado em ciências sociais e doutorado em filosofia e história da educação.




Eu fui e achei excelente a palestra. Para quem não foi segue o link para assistir.
Grande beijo
Juliana Félix
educarefelix@hotmail.com


http://vimeo.com/12402953

Flip: Poeta Ferreira Gullar critica Bienal do Livro de SP


Conhecido pelos poemas e franqueza, o poeta maranhense Ferreira Gullar criticou a Bienal do Livro de São Paulo durante a 8ª Festa Literária Internacional de Paraty.
De acordo com ele, o evento literário paulistano aceita obras sem qualidades para serem apresentadas no evento.
"A Bienal do Livro de São Paulo é de vanguarda, qualquer loucura que uma pessoa manda pra lá é aceita e exposta", debochou o poeta, que foi aplaudido pela plateia da Flip por essa declaração.
Amante das artes plásticas, Ferreira Gullar disse que pensa mais na pintura do que na poesia.
"A poesia é mais complexa. Sou um amante das artes plásticas. Posso dizer que hoje vou fazer um artigo para o jornal, mas um poema, não. É algo que nasce de situações do cotidiano, não chega a ser um milagre. Um galo cantando no quintal pode despertar o poeta. Não tem explicação", afirmou.
Nascido em 1930 na capital do Maranhão, ele vive no Rio de Janeiro desde 1951, onde foi presidente de uma das divisões da União Nacional dos Estudantes (UNE) e se filiou ao Partido Comunista. No Golpe Militar de 1954, precisou deixar o Brasil para não ser perseguido pelos militares e se exilou em países da América do Sul como Argentina e Chile.
"Quando fui para Brasília e conheci os operários que construíram a cidade, comecei a refletir sobre os problemas do País e me engajei na luta política. Queria ajudar a mudar o Brasil. Mas veio o golpe de 54 e provou que eu estava errado. Não é fácil mudar o País. Isso também foi um exemplo pra mim na literatura. Se é para não mudar nada, é preferível fazer boa poesia. Uma má poesia não vai mudar nada",
Em Buenos Aires, ainda durante o exílio, ele escreveu o seu poema mais famoso, Poema Sujo.
"Escrevi este poema de maio a outubro. Num determinado momento, a inspiração acabou. Até que um dia fiz os últimos versos. Minha esposa foi até lá e gostou do poema. Depois de muita insistência do Vinícius de Morais, li o poema. Ele se emocionou, o que não era muito difícil de acontecer. O Vinícius gravou o poema e trouxe para o Brasil, onde foi publicado em uma noite de autógrafos sem o autor", divertiu-se Ferreira Gullar.
Nos momentos finais da palestra, ele agradeceu à plateia pelo carinho.
"É bom escrever poesia. Ninguém te obriga a fazer. É mentira quando o poeta diz que sofre ao fazer poemas", voltou a brincar.
Aplaudido de pé por cerca de um minuto pelos seus fãs, Ferreira Gullar encerrou com uma simpática declaração:
"Fico feliz em saber que a poesia ainda tem o poder de comover as pessoas", disse.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Jossei Toda

"É meu ardente desejo que a humanidade se livre do ciclo da guerra e crie sucessivas gerações de pessoas imbuídas de um profundo respeito pela dignidade da vida."

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Gato Félix - My cat favorite

ani_012.gif (17076 bytes)  Esse é o Gato Félix. Eu tenho o mesmo sobre nome dele, por isso minha paixão por essa criatura que é uma figurinha muito divertida e animada. 
Félix é um gato preto, com uma silhueta levemente recurvada, normalmente gentil e alegre, que sempre se mete em confusões. Felix nunca se separa da bolsa mágica e, embora muitos vilões, como o Professor e seu ajudante Rock Bottom, tentem roubá-la, Felix sempre escapa.
escritor brasileiro Monteiro Lobato, criou uma história chamada "O Gato Félix", onde um gato impostor, vai ao Sítio do Picapau Amarelo e se passa pelo personagem "Félix" dos desenhos animados, a história foi incluida mais tarde, como um capítulo do livro Reinações de Narizinho. Entretanto, na maioria das adaptações para TV do Sítio do Picapau Amarelo, o "Gato Félix impostor" é substituido por outro gato: na versão de 1977, ele é um gato do Coronel Teodorico, já na versão de 2001, ele é um personagem chamado apenas de "O Gato Contador de Histórias" que engana a Narizinho dizendo ser um personagem de conto de fadas, mas não deixa claro para ela se ele é o Gato de Cheshire de Alice no País das Maravilhas, ou o Gato de Botas.


http://il.youtube.com/watch?v=F-WXe_i14eY&feature=related

Prefeitura promove show para incentivar a leitura no próximo domingo


Neste domingo (26/09/2010), a Prefeitura de Taboão da Serra irá promover um evento de incentivo à leitura na praça Luiz Gonzaga, a partir das 9h, que vai contar com a participação de Ziraldo, o criador do Menino Maluquinho, das fanfarras das escolas municipais e terá ainda, a apresentação do show “Brincadeiras Musicais” com a dupla Palavra Cantada. 


 
Alunos de Taboão da Serra ganham mais um incentivo para adquirir conhecimento.
Uma parceria entre a Prefeitura e a Editora Melhoramentos vai possibilitar a distribuição de Kits de Leitura para todos os alunos do Ensino Infantil Jardim I e II e Ensino Fundamental da 1ª a 5ª série, haverá a entrega simbólica de alguns kits durante o evento e durante os próximos dias, os alunos receberão os kits nas aulas. Ao todo, serão distribuídos mais de 30 mil kits.
Os kits são compostos com livros de diversos autores e faz parte do projeto de incentivo à leitura: “Ziraldo e seus Amigos”. Essa coleção foi especialmente desenvolvida para estudantes de 1ª à 5ª séries, e foi dividida em maletas de acordo com a série e faixa etária de cada aluno. 
As publicações são de responsabilidade da Editora Melhoramentos, sendo seus autores, Ziraldo e alguns de seus amigos como Ruth Rocha, Ana Maria Machado, entre outros. Os livros trabalham com diversos temas relacionados ao cotidiano das crianças e dos adolescentes; contribuem, desta forma, com a aprendizagem e com o desenvolvimento das habilidades de leitura e de produção oral e escrita.
Entre os personagens o “Menino Maluquinho”, a turma do “Cocoricó”, e vários outros títulos conhecidos da criançada. Assim, as nossas crianças e adolescentes poderão adquirir o gosto pela leitura e iniciar sua própria biblioteca. 


Fonte: Assessoria de Imprensa
leia outras notícias clicando aqui 
 
 
Olha eu aí com o Ziraldo... Adoroooo... bjks
Profª Maluquinha e Ziraldo Set/10

domingo, 19 de setembro de 2010

Livro: Antes que Seja Tarde Demais



Antes que Seja Tarde Demais

Aurélio Peccei e Daisaku Ikeda
Editora Record

Além da duplicação da população humana nas quatro décadas subseqüentes à Segunda Grande Guerra, alimentação, recursos naturais, poluição do solo, dos oceanos e da atmosfera, desmatamento global, desertificação — estes são alguns componentes da complexa rede de problemas naturais criados pelo próprio homem. Uma das teses deste livro é a dificuldade de perceber e lidar com a problemática, a inter-relação dos problemas que, isolados ou combinados, ameaçam nossa existência. O diálogo entre os autores é alternado com declarações individuais, expondo seus pontos de vista lúcidos e incisivos, amadurecidos por anos de meditação, estudo e reflexão. O livro aponta que a maior esperança do homem para o futuro é uma revolução ética, que dê ao homem uma nova compreensão de seu papel no mundo.

Competências do Educador Humanista




Depeduc
Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento das Ciências da Educação. Resgate do papel de cada indivíduo e seu potencial de realização.



Link do slide educacional 
http://www.bsgi.com.br/Competencias%20do%20Educador.pps#278,1,Slide 1 


Quarto livro de Chico Buarque, que o escreveu na sua casa no Rio de Janeiro e no apartamento em Paris, Budapeste é caracterizado pela história de um ghost-writer, alguém que escreve o que outras pessoas assinam, artigos para jornal, discursos de autoridades, autobiografias e, no ápice, poemas. Um autor anônimo, um brilhante autor anônimo. O personagem principal de Budapeste é o ghost-writer José Costa que vive no Rio de Janeiro. É casado com Vanda, que engravidou num momento em que ele se sentia despojado de amor próprio. Gerou Joaquinzinho. Na qualidade de sócio-proprietário da Cunha & Costa Agência Cultural, fundada pelo amigo de infância Álvaro Cunha, seu trabalho é escrever para outras pessoas discursos, declarações, notas e artigos inteiros que, não raro, alcançam sucesso, são comentados, forjam jargões, mas o mantêm anônimo. Sua solidão, contudo, é relativa. Existem tantos como ele espalhados pelo mundo que chegam a se reunir em congressos mundiais de escritores desconhecidos. Na volta de um desses eventos, realizado em Istambul, Turquia, seu avião é desviado para Budapeste, Hungria, onde pernoita. Como ninguém por lá sabe pronunciar José Costa, surge, então, Zsoze Kósta, um brasileiro apaixonado, ou melhor seduzido, subjugado pela língua magiar a ponto de passar a viver com a bela Krista, mulher que lhe ensina o novo idioma. É do diálogo entre os dois personagens que se alimenta Budapeste. José é capaz de escrever sobre qualquer assunto, desde que seja sob a forma de prosa. Atinge o cume de sua carreira ao criar O ginógrafo, autobiografia erótica de Kaspar Krabbe, um executivo alemão que zarpou de Hamburgo e adentrou a Guanabara. No Brasil, aprendeu a escrever o português no corpo de uma certa Tereza, e mais tarde nos corpos de prostitutas e estudantes que chegavam a fazer fila para merecer tal atenção. Na pele de Zsoze, ele só escreve em versos. Assim que começa a dominar o idioma magiar, cria um livro de poemas, Titkos Háramsoros Versszakok ou Tercetos secretos, que sai assinado por um tal de Kocsis Ferenc, poeta em franca decadência. São referências cruzadas que se repetirão pelo livro. Em certo momento, José abandona Vanda no Rio de Janeiro para descobrir-se Zsoze nos braços de Krista, em Budapeste, e vice-versa. Sempre que está na capital húngara ou na Cidade Maravilhosa hospeda-se no Hotel Plaza, nome genérico que obedece à estranha regra de nunca se localizar numa praça. Mas Vanda acaba se apaixonando pela autobiografia do alemão Krabbe, escrita por José. Enquanto Krista considera os poemas nada mais que ?exóticos?, o que leva Zsoze a romper com ela. Esta idéia de espelhos, simulacros e duplos remete a escritores como Henry James e Jorge Luis Borges, como sinaliza o onipresente José Miguel Wisnik, encarregado do texto de apresentação do livro. Aos que se identificam mais com histórias do que com estruturas, porém, a liberdade de José-Zsoze em lidar com seus devaneios guarda ecos de Phillip Roth e Rubem Fonseca nos seus melhores momentos. A diferença é que o personagem de Chico Buarque se revela voyeur de si próprio e de seus delírios.O que chama a atenção em Budapeste, principalmente em relação aos enredos asfixiantes dos livros anteriores, é a linguagem mais palatável, sedutora até, com que envolve o leitor para enfim aprisioná-lo numa armadilha estilística: o que é verdade e o que não é? Enfim, um romance do duplo e de muita erudição - tão popular na literatura européia do século XIX e XX.




Índia - Cultura e Religião deste místico país!

http://www.youtube.com/watch?v=A85znX7AI4k&NR=1&feature=fvwp