Belo filme brasileiro que recria a história de Roberto Carlos, um menino que morou na Febem dos 6 aos 13 anos e que se tornou um dos maiores contadores de histórias do mundo.
Isabela Boscov fala sobre:
http://www.youtube.com/watch?v=pAJfktB0id0&feature=related
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Temporada no exterior.
Temporada no exterior: Incentivo à criatividade
Estudos indicam que viver por um tempo em outra cultura estimula originalidade de raciocínio
O pintor espanhol Pablo Picasso e o compositor russo Igor Stravinski estavam em terras estrangeiras quando produziram suas principais obras-primas. Picasso morava em Paris quando pintou Les Demoiselles D´Avignon, o quadro que deu início ao cubismo, e Stravinsky vivia nos Estados Unidos quando compôs a Sinfonia em Três Movimentos, sua primeira grande criação. Assim como vários outros artistas, eles sabiam intuitivamente que respirar novos ares podia estimular sua criatividade. A teoria acaba de ser comprovada por novos estudos: quem mora fora tem mais idéias originais.
A conclusão é de um estudo recém publicado no Journal of Personality and Social Psychology, que avaliou o desempenho das habilidades cognitivas entre pessoas que moraram e não moraram no exterior. Um dos testes foi um clássico de medida de criatividade: com alguns fósforos e uma caixa de alfinetes, os 205 voluntários deveriam colocar uma vela na parede de forma que a cera não pingasse no chão quando a vela fosse acesa. A saída era usar a caixa de alfinetes como um suporte para vela e fixá-lo à parede com alfinetes. Entre as pessoas que já haviam morado no exterior 60% atingiram o objetivo, enquanto apenas 42% dos outros conseguiram o mesmo. Para um dos autores do estudo, o psicólogo William Maddux, da universidade francesa Insead “quem mora fora leva vantagem em situações inusitadas como essas porque está mais habituado a improvisar”.
Leonardo Byrro, bolsista de 2008, concorda com a tese após os dois anos que passou nos Estados Unidos e na Ásia. “Ao sair um pouco do nosso mundo em que todas as pessoas são parecidas e conhecer outras formas de viver e pensar, acredito que desenvolvemos uma maior curiosidade intelectual e ficamos mais flexíveis e criativos”. Leonardo está voltando do MBA na Kellog School of Management da Northwestern University com novas ambições profissionais: “Fiquei mais empreendedor, vejo mais oportunidades de negócios após descobrir como se faz coisas de maneira diferente em outros lugares. Quero trabalhar num ambiente onde possa colocar isso em prática”.
Hoje, a criatividade - que já foi definida por Platão como dom divino – é considerada a capacidade de solucionar problemas por meio de novas associações de informações e procedimentos pré-existentes. “Em geral, quem acumula mais informações ao longo da vida tem mais instrumentos para ser inovador”, aponta John Cabra, professor do International Center for Studies in Creativity da Buffalo State University de Nova York. Esse raciocínio leva a crer que viajar por outros países já é um grande estímulo para a criatividade. Curiosamente, na pesquisa, apenas quem morou em outro país teve desempenho superior. “O ponto central foi a adaptação a outra cultura. Viajar certamente expande horizontes, mas um turista não precisa romper paradigmas para sobreviver. E o que faz diferença é aprender novas formas de pensar. Em países com tanta diversidade como o Brasil ou os Estados Unidos, mudar para um lugar distante teria o mesmo efeito.”, explica Maddux. Cada lugar tem uma maneira única de caracterizar sua arte, música, política, ritmo de vida, conjunto de valores.
Ana Gabriela Pessoa, bolsista de 2006, morou nos Estados Unidos desde os 15 anos. “Fui para num ambiente muito competitivo, longe da família e de clima extremamente frio. Tive que sair da minha zona de conforto”. Diz o neurocientista Robert Bernstein, professor da University of Michigan: “Quando nos familiarizamos com esses padrões diferentes aumentamos o repertório e as possibilidades de resposta a nossos problemas cotidianos. Deixamos nosso cérebro livre para fazer conexões cerebrais que fujam do que estamos acostumados”. Essa flexibilidade de pensamento é levada a todas as áreas da vida, da solução de um desafio no trabalho à forma de tratar uma doença ou escrever um romance. Para Ana, suas experiências no exterior também tiveram impacto na carreira. “Nos Estados Unidos eu conheci o incentivo à inovação e decidi que seria empreendedora”, conta ela, que montou a Ezlearn, uma empresa de educação à distância, após voltar de seu master em educação em Harvard.
Como em qualquer outra habilidade, a criatividade depende de inclinação pessoal e influência externa. Todas as pessoas são naturalmente criativas, mas automotivação, independência, inconformismo, abertura ao novo, tolerância ao risco e concentração são traços de personalidade que tornam maiores as chances de desenvolver essa capacidade. Morar no exterior por algum tempo seria um exercício de estímulo às suas habilidades de improvisação, o que o tornaria mais propenso a enxergar oportunidades no retorno ao seu país.
UM TEMPO NO EXTERIOR OS DEIXOU AINDA MAIS BRILHANTES
Vladimir Nabokov
O escritor nascido na Rússia morou em vários países (Inglaterra, Alemanha, França e Estados Unidos) não apenas por opção pessoal, mas para fugir do comunismo e do nazismo. Seu principal romance, Lolita, foi escrito em inglês quando morava nos Estados Unidos.
Ernest Hemingway
O jornalista americano foi correspondente internacional. Da vivência em Paris surgiu a inspiração para seu primeiro romance, O sol também se levanta, sobre um grupo de jovens americanos na Europa da década de 1920.
Pablo Picasso
O pintor espanhol nasceu em Málaga, mas passou a maior parte de sua vida em Barcelona e Paris. Foi na França que pintou um de seus quadros mais proeminentes, Les Demoiselles D´Avignon, que deu origem ao cubismo
sexta-feira, 19 de março de 2010
PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL – PARCERIA CENTRO EDUCACIONAL GOTAS DE CRISTAL E SENAC
Em umas das reuniões da Rede Social Campo Grande em 2009, surgiu a ideia de oficinas sobre o Meio Ambiente. Visitas, alinhamentos e a ideia se transformou num projeto, em parceria com o Senac. E passou a fazer parte da grade de Oficinas de Cidadania do C.E. Gotas de Cristal em 2010.
O Projeto de Educação Ambiental conta com 08 palestras de temas ambientais e de cidadania, coordenadas pela estudante do 5º semestre de Engenharia Ambiental do Centro Universitário Senac, Mariana Freitas Ribeiro. Serão realizadas palestras mensais para os educandos do período da tarde.
O 1º tema foi sobre a Água. As crianças aprenderam sobre o consumo, desperdício e poluição das águas e fecharam a atividade com desenhos.
A Oficina foi realizada em 10 de março e contou também com a presença da Marina, mediadora da Rede Social Campo Grande; Daniela, funcionária do Senac e estudante do 7º semestre; e Gregory, estudante do 7º semestre.
Centro Educacional Gotas de Cristal
Rua Ipurinãs, 160 - Brooklin
Tel/fax: 2506 8258
www.gotasdecristal.org.br
| Por: Sueli Felizardo Costa - Comissão de Comunicação | 11/3/2010 |
Em umas das reuniões da Rede Social Campo Grande em 2009, surgiu a ideia de oficinas sobre o Meio Ambiente. Visitas, alinhamentos e a ideia se transformou num projeto, em parceria com o Senac. E passou a fazer parte da grade de Oficinas de Cidadania do C.E. Gotas de Cristal em 2010.
O Projeto de Educação Ambiental conta com 08 palestras de temas ambientais e de cidadania, coordenadas pela estudante do 5º semestre de Engenharia Ambiental do Centro Universitário Senac, Mariana Freitas Ribeiro. Serão realizadas palestras mensais para os educandos do período da tarde.
O 1º tema foi sobre a Água. As crianças aprenderam sobre o consumo, desperdício e poluição das águas e fecharam a atividade com desenhos.
A Oficina foi realizada em 10 de março e contou também com a presença da Marina, mediadora da Rede Social Campo Grande; Daniela, funcionária do Senac e estudante do 7º semestre; e Gregory, estudante do 7º semestre.
Centro Educacional Gotas de Cristal
Rua Ipurinãs, 160 - Brooklin
Tel/fax: 2506 8258
www.gotasdecristal.org.br
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